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A mostrar mensagens de Julho, 2011

Sai e salta

Sai e salta
Ouve
Sai
Salta de cima da minha poesia
Que ela fraca
Não aguenta
Tanta melancolia

O olho que me olha

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É de cristal fino a voz E o olho que me olha Branca a camisa alagada Das lágrimas de verão Que brandem no chão O cheiro a terra molhada É de cristal o grito Temerário São de cristal os gemidos E de chão O cenário São fiados na roca Mordidos Na boca os sentidos Sim Foi a nós que nos vimos E sem olhar nos despedimos

Ups..............................

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Não sei se sabem mas este Blog completou no dia 18 de Julho de 2011 - 4 ANOS.
O vício tornou-se de tal forma importante que mais um ano e mais um dia se tornaram acontecimentos normais como acontece com quem fica mais maduro e mais forte.
A todos os meus leitores... Mais de 170.000 nestes 4 Anos... 
Pelo menos os que consigo registar...
MUITO OBRIGADO

A corrida

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Ao fim da reta que fina e resta É do meu adeus que fazes a festa E da minha cara que ris É a tua boca que o diz Não corras Tropeça, cai Que atrás de ti O meu beijo ainda vai

O último fado (letra de música)

Quando um dia Tiveres à tua volta Mármore branco por todo o lado Não chores nem grites Não teres dito o teu fado
Perdeste a voz Antes da festa começar Perdeste o espaço e o tempo Sepultaste na tua voz a razão
Quando um dia Te disserem coisas vãs Não chores não grites Canta apenas teu fado Todas as manhãs
Que seja feita a vontade do destino Quando um dia Tiveres à tua volta Mármore branco por todo o lado Não chores nem grites Não teres dito o teu fado

Há coisas inúteis

As coisas inúteis Nascem em lugar nenhum Simplesmente não existem Que seja feita a vontade De pensamento algum Que sejam misturados os ingredientes Da verdade E reservados os dentes Que mordem os calcanhares das mentiras E se vozes de cão Esforçadas Irrompem em iras Isso é apenas e só O tempo a mirrar A ensurdecer a minha voz A cegar Os meus olhos Fechados Nos seus nós Há coisas mesmo inúteis