Vaidade



Do lado de fora de um homem feito
Nasce uma seta reta no peito
Uma capa negra
E um desejo violento
De devorar os sonhos à mesa
Num repasto doce e lento
Toda a forma
Toda a vida
Tem uma morte 
Que vai crescendo a seu lado
E exibindo a sua vaidade
A vida passa
É um defeito que passa
Passa com a idade
Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

ESPERA MENINA, PELO BARULHO DOS GUIZOS

POEMA DE INDECISÃO

Natal