
Um poema é assim…
Algo que não se explica
Que brota dos poros
Que vive noite e dia
Que bebe à tarde água
Na fonte da Filosofia
Um exercício de dissidência
Do material da consciência
Um tambor que capta e não emite
Os sons da inteligência
Um poema não se lê à chegada
Mas no destino
É uma arte de ser
Uma pintura de pincel fino
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