PRESSÁGIO A RIR


Nefasto o teu rasto
Sereno o meu passo
Sorriso rasgado
Enquanto me afasto
Bem sei que não me queres
Não sei o que queres
Sei que te sou mesmo nefasto
Por isso saio calado
Ri...
Ri enquanto podes
Esse riso enjaulado
Ri do teu olhar
Do teu rasto apeado
Ri... mas suave
Ri enquanto podes rir
Antes que o teu tempo trave
Aproveita agora para rir
Que o pior está para vir
Foto: Sorrisos, precisam-se... - António Fonseca Ribeiro (olhares.aeiou.pt)

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

ESPERA MENINA, PELO BARULHO DOS GUIZOS

POEMA DE INDECISÃO

Natal