
E nasce assim um poema criança
Pardo pelas palavras
Um poema que dança
Na beleza da alvorada
Um poema de crença
De palavras rejeitadas
Um poema que a folha amansa
Apesar de mal amada
Nasce um poema
Perfeito e desarvorado
Salta a tinta
Dilui-se a ilusão
Suja a folha e a mesa
Tatua a minha mão
Marca a cadência
Ignora a frequência
Descansa a folha e a pena
Em poesias pequenas
E espera ao pino do Sol
Por novas palavras
Mais doces, mais amenas.
Pardo pelas palavras
Um poema que dança
Na beleza da alvorada
Um poema de crença
De palavras rejeitadas
Um poema que a folha amansa
Apesar de mal amada
Nasce um poema
Perfeito e desarvorado
Salta a tinta
Dilui-se a ilusão
Suja a folha e a mesa
Tatua a minha mão
Marca a cadência
Ignora a frequência
Descansa a folha e a pena
Em poesias pequenas
E espera ao pino do Sol
Por novas palavras
Mais doces, mais amenas.
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