
Um dormir bocejante
Cobre de nevoeiro a minha visão de ti
E o teu andar elegante
Mascara a minha fábrica de realidades
Modifica a minha face e o meu fado
Traz da penumbra as verdades
E nesse amor arrogante
Com que me perturbas
Fico deveras abusado
Por tua verdade real
Por teu corpo e tua fala
Apetece-me ter para ti, às vezes
Um instinto animal
Calar tua voz de revezes
Que me fura como uma bala
E tapar teus olhos raiados
De chorares na tua dor
A dor do nosso amor
Cobre de nevoeiro a minha visão de ti
E o teu andar elegante
Mascara a minha fábrica de realidades
Modifica a minha face e o meu fado
Traz da penumbra as verdades
E nesse amor arrogante
Com que me perturbas
Fico deveras abusado
Por tua verdade real
Por teu corpo e tua fala
Apetece-me ter para ti, às vezes
Um instinto animal
Calar tua voz de revezes
Que me fura como uma bala
E tapar teus olhos raiados
De chorares na tua dor
A dor do nosso amor
Foto: s/t - Lili (olhares.aeiou.pt)
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