
Não te deixes enganar por mim
Não te deixes enganar pela cara que uso
Oculta pela máscara da minha vida
A máscara das máscara que temo tirar
Para esconder o que é meu
É que por trás delas todas
Nenhum deles sou eu.
O fingimento é a minha segunda arte
Por trás de mim
Está outro alguém
Que não ri nem chora por ninguém
Por isso…
Não te deixes enganar por mim
Pelo meu pensamento obtuso
Não te deixes enganar
Por esta cara que uso.
Não te deixes enganar pela cara que uso
Oculta pela máscara da minha vida
A máscara das máscara que temo tirar
Para esconder o que é meu
É que por trás delas todas
Nenhum deles sou eu.
O fingimento é a minha segunda arte
Por trás de mim
Está outro alguém
Que não ri nem chora por ninguém
Por isso…
Não te deixes enganar por mim
Pelo meu pensamento obtuso
Não te deixes enganar
Por esta cara que uso.
Foto: Mistério - Maria José Amorim (olhares.aeiou.pt)
Comentários
Lindissimo poema sobre as máscaras que usamos ou não, para escondermos ou não, o que nos faz sentir vivos e nós próprios nesta vida.
Beijos mágicos.