
Oiço-te chorar baixinho
Pela fresta da porta da frente
E desesperado procuro entrar
O som que oiço não mente
Pareces triste e lamentosa
Reclamas com a tua vida
Melancólica e revoltada
Pareces sinceramente perdida
Encontras-me na tua entrada
Não pensas em mais nada
E num repente fugaz
Beijas-me sem eu esperar
Num beijo leve e audaz
Retribuo essa paixão
Sento-me a teu lado
Aperto a tua mão
Para te acalmares
Ponho-a no meu coração
Respiras agora mais devagar
Olhas para mim de relance
Pedindo quase suplicando
Um momento de beijar.
Pela fresta da porta da frente
E desesperado procuro entrar
O som que oiço não mente
Pareces triste e lamentosa
Reclamas com a tua vida
Melancólica e revoltada
Pareces sinceramente perdida
Encontras-me na tua entrada
Não pensas em mais nada
E num repente fugaz
Beijas-me sem eu esperar
Num beijo leve e audaz
Retribuo essa paixão
Sento-me a teu lado
Aperto a tua mão
Para te acalmares
Ponho-a no meu coração
Respiras agora mais devagar
Olhas para mim de relance
Pedindo quase suplicando
Um momento de beijar.
Foto: Conta-me sobre as sombras do chão quando passas - Sónia Cristina Carvalho (olhares.aeiou.pt)
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