
Culpa, minha única companheira no meio das gotas de chuva
Na intranquilidade, assalta-me uma enorme dor
A culpa, a emoção e a pouca razão
Que sinto quando ouço o teu nome
Culpa minha, não sei se sou ainda do teu coração.
Meu único desejo é ser molhado pelas minhas lágrimas
Que lavam a alma em mim
E afogam minhas águas
E quando o céu começa a acalmar enfim
Esperar as tuas doces tréguas
Aqui ficarei quieto assim.
Foto: o dia depois de amanhã II... - Hugo Tinoco
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