Avançar para o conteúdo principal

O MAR DO MEU NAVEGAR


Olhamos um para o outro
Nem precisamos de o dizer
Que nosso amor existe em nós
E está longe de anoitecer

Bem juntos deliramos
Pelos nossos sonhos a dois
Nos momentos que passámos
Nos revezes que vivemos
Aprendemos a amar-nos
Apesar do que sofremos

Nestas palavras escrevo
O amor que tenho por ti
És a luz que ilumina
O caminho que persegui

És a brisa que respiro
És o vento que me agita
És a alegria que me contagia
Meu amor por ti é a desdita

És a beleza do meu dia
És a palavra que não escrevo
És a frase que não digo
Sem ti o tempo morre
Quero estar sempre contigo

És a esperança que me conduz
És o mar do meu navegar
As tempestades da vida
Não me impedirão de te amar.

Foto: Tranquilidade - David Sousa (olhares.aeiou.pt)

Comentários

Que lindo poema, que lindo o seu blog.
Parabéns!
Beijos.
Anónimo disse…
O poema esta muito lindo!
O amor � sem duvida um sentimento poderoso!
Tanto nos faz escrever poemas ou faz nascer o sol ou nos soterra at� ao sufoco nos nossos pr�prios sonhos apaixonados e estagnados eternamente...

Mensagens populares deste blogue

VERSO E REVERSO

Se eu fosse um verso Seria com certeza um verso do inverso Escrito de trás prá frente Ou visto á lupa e á lente Se eu fosse um verso Teria que ter uma poesia para nadar Uma frase para rimar Um texto, um mar pra navegar Se eu fosse um verso Podia rimar com várias poesias Uma nova todos os dias Se eu fosse um verso Só, apenas, um simples verso Monossilábico, mesmo do inverso Seria a só a palavra Que a poesia do verso Quisesse Que fosse Se eu fosse um verso seria um pássaro Que faz das frases ramos E das poesias enganos Se eu fosse um verso Seria eu verso Mesmo do inverso Seria meu E nenhuma poesia reclamaria É meu Mas era se fosse um verso Como não sou verso nem do inverso Sou apenas o inverso do verso Sou o reverso Foto: Rodinhas1. - Ed Ferreira ( olhares.aeiou.pt )

DESCULPA-ME

Sinto… Ter feito nascer tua tristeza Despertar a tua fina dor Sei que te fiz sentir mal Desculpa despertar o teu amor Sinto muito por amar-te afinal Desculpa tudo o que fiz Sinto muito por ser quem sou Amar-te foi o que quis Não sei agora O caminho Para onde vou Montado no meu corpo Saborear este amor Que no final Soube a nada e a pouco. Foto: India - Maaria Antónia Bueno (olhares.aeiou.pt)

zonzo

Sabes Gosto de ir até ao fim À esquina à espera de mim Algures no sítio onde me procurarem Mora a felicidade Assim zonza, é parte de mim Música: Tonto por ti - Azeitonas